segunda-feira, 16 de março de 2009
Hinduísmo
Os indianos têm uma relação com a alimentação bastante diferente da ocidental. A grande maioria é vegetariana, pois, segundo Mohandas, a cultura hindu prega a não violência e acredita que “onde há vida, há alma”. “O respeito à vida é extremo. É desnecessário matar animais, estrangular, picar, para se alimentar. O ser humano não precisa disso. Podemos nos alimentar ricamente só com as dádivas da terra”, afirma.
Os hindus comem com a mão direita, porque a esquerda é usada para coisas impuras, como lavar as partes íntimas. “Na hora de comer, leva-se um pedaço do alimento à boca e não se deve encostar as mãos nos lábios, para que a saliva não contamine o alimento. Comer é um ato sagrado”, afirma o monge. Caso a refeição tenha sido preparada por uma pessoa carnívora, um hindu pode se recusar a comer. “Eles acreditam que o alimento é modificado pela consciência de quem prepara, de quem cozinha”, conta Mohandas.
Bianca explica a importância da vaca na sociedade hindu: “Ela é muito querida e sagrada, porque é a nossa mãe, quem dá o leite. Os outros animais também são protegidos, pois são tidos como irmãos menores”. No entanto, a monja conta que nas grandes cidades há restaurantes e redes de fast food que sevem carne, cabrito, ovelha – uma vez que cristãos e muçulmanos, minorias na Índia, não são vegetarianos. “É a perda dos costumes tradicionais.”
Fonte: Último Segundo
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Se todos pensassem - e agissem - dessa forma...

Mark Pardew/AP
O bombeiro australiano David Tree divide sua água com um coala machucado na cidade de Mirboo North, depois de um incêndio atingir a região. Autoridades acreditam que o número de pessoas mortas pelo fogo na Austrália pode chegar a 220
Fonte: UOL
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Programas sobre vegetarianismo e adoção de animais
O Globo Repórter vai exibir amanhã, 30/01, um programa sobre casos felizes de adoção de cães na Bahia. Uma ótima propaganda para as campanhas de adoção no Brasil e mais um golpe contra a vil indústria de criação de animais.
Fonte: Lobo Repórter
O Programa SBT Realidade que vai ao ar toda segunda às 23:30, entrevista a VEGAN STAFF.org
O programa tem cerca de uma hora e é dirigido e apresentado pela jornalista Ana Paula Padrão. Na edição do dia 09 de evereiro, será exibido uma matéria sobre Integência e Emoção nos Animais, onde, segundo a produtora do programa, que procurou a VEGAN STAFF.org para falar sobre Ética no uso dos Animais para pesquisa, irá tratar do tema em questão. Ainda no programa, segundo a produtora, outros temas serão tratados e outros grupos também foram procurados.
Fonte: Vista-se
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Vegetarianos da Música
http://mtv.uol.com.br/toptop/top-top-vegetarianos-da-m%C3%BAsica
sábado, 22 de novembro de 2008
DESTRUIÇÃO DA AMAZÔNIA NA PRATELEIRA DO SUPERMERCADO
12/11/2008
Andrea Vialli
Há um pouco de destruição da floresta amazônica em cada prateleira do supermercado. E nós, consumidores, ainda dispomos de poucos meios para saber o quanto estamos contribuindo para a devastação do nosso bioma mais importante.
A carne, soja e madeira que consumimos por aqui estão na raiz do desmatamento da Amazônia. O que já era dito por ambientalistas que há tempos atuam na região foi comprovado com um estudo divulgado esta semana, durante o seminário "Conexões Sustentáveis: São Paulo - Amazônia". O levantamento é fruto de um extenso trabalho de reportagem das ONGs Repórter Brasil e Papel Social Comunicação.
A equipe acompanhou essas cadeias produtivas, para mostrar que a destruição da floresta favorece empresas intermediárias, que compram de produtores em situação irregular, e depois fabricam ou processam mercadorias consumidas pelos moradores de São Paulo e de outros grandes centros consumidores do País.
"Na ponta da cadeia produtiva, diversos atores se beneficiam. Madeireiras, frigoríficos e agroindústrias estão diretamente ligadas ao problema, pois compram de fornecedores que estão na linha de frente do desmatamento. Posteriormente, distribuem produtos industrializados para uma ampla rede de compradores", diz um trecho do documento, disponível para download no site do Movimento Nossa São Paulo.
Pecados da carne
O caso da carne é emblemático. O Brasil hoje tem o maior rebanho bovino do mundo - o número de cabeças, estimado em 250 milhões, supera até a população brasileira. Sim, tem mais boi que gente.
Entre 2003 e 2006 o rebanho bovino cresceu 10 milhões, sendo que 96% desse crescimento ocorreu na Amazônia Legal. Nesta região, os abatedouros que portavam o Serviço de Inspeção Federal (SIF) no ano de 2004 eram 27. Já em 2007 o número saltou para 87 . O grande incentivo é o preço da terra: cada hectare custa R$ 250, segundo informações do Greenpeace.
Uma pechicha: é só botar a mata abaixo e colocar gado lá. Tem quem compre. Nós.
Nunca é demais lembrar que a ocupação da área amazônica foi fartamente estimulada pelo governo na década de 1970, com subsídios para a pecuária e derrubada da floresta para fins agrícolas. Levas de migrantes do sul e sudeste do País foram incentivados a ir para o norte para "desbravar" a região. Mesmo hoje o governo dá pistas de que ainda não assimilou bem o conceito do desenvolvimento sustentável para a Amazônia.
Ainda sobre a carne, não é de hoje que vem sendo dados alertas de que o aumento no seu consumo é um forte ingrediente para o aquecimento global. O próprio Rajendra Pachauri, Nobel da Paz e presidente do Painel da ONU para as Mudanças Climáticas (IPCC) recomendou que, para o bem do planeta, as pessoas comam menos carne. Isso porque, para se produzir um quilo de proteína animal, são necessários vários outros de proteína vegetal - soja, milho. E haja terra para plantar grãos para alimentar gado para alimentar humanos... Nessa toada, não há floresta que resista. E vale lembrar que a Amazônia regula o clima e o regime de chuvas de todo o País...
Fonte: http://www.portaldomeioambiente.org.br/noticias/2008/novembro/12/3.aspterça-feira, 18 de novembro de 2008
Cães e catadores de papel mostram companheirismo nas ruas de SP
THAÍS FONSECADa Redação
Foto: Fernando Cavalcanti/UOL
Rodeada de papéis velhos e tábuas, Bolinha dorme tranquilamente sob o Viaduto do Glicério, reduto de trabalho de catadores de papel no centro de São Paulo. A filhote, uma vira-lata de poucos meses de vida, é um dos cães que circulam no local, em meio aos sacos de lixo que chegam e que são separados manualmente para reciclagem.
À vontade no cenário, o cães são mais que observadores do trabalho já que costumam, em muitos casos, acompanhar os catadores de lixo nas "andanças" pela cidade. Além de guardar a carroça, acabam desenvolvendo uma relação profunda de amizade com o catador e, não raro, são mencionados como membros da família, como no caso de Bolinha. "Minha vida sou eu e meus cãezinhos", diz José Antônio Horácio, o dono, que cria mais cinco."Comigo, somos em sete cães", brinca.
Leia a matéria na íntegra e veja mais fotos aqui.
Fonte: UOL Bichos
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Abate humanitário é ampliado no Brasil e divide opiniões
da Revista da Folha
Galinha, boi e porco nascem predestinados a servir à humanidade. A carne de todos eles vai à mesa. A pele de um vira casaco e sapato, os ossos, botão e gelatina. A discussão é como conseguir manejá-los de uma maneira que amenize o sofrimento. Oferecer uma morte menos dolorosa é o propósito do chamado abate humanitário, às vésperas de passar por uma revisão inédita no Brasil.Pela primeira vez, uma parceria entre uma ONG internacional, a WSPA (sigla em inglês para Sociedade Mundial de Proteção Animal), com sede em Londres, e o Ministério da Agricultura prevê uma campanha do Programa Nacional de Abate Humanitário, que terá início em 2009.
Como diz a veterinária Charlí Ludtke, 30, da WSPA, coordenadora do programa, carne é uma responsabilidade de todos. "De quem produz, de quem abate e até de quem a consome."
Cinco profissionais, entre zootecnistas e veterinários, começam a ser treinados em outubro para percorrer 700 frigoríficos de Santa Catarina, do Paraná, do Rio Grande do Sul e de São Paulo nesta primeira etapa do projeto.
As normas do abate humanitário de suínos, aves e bovinos vão ser transmitidas por meio de DVDs, apostilas e aulas práticas e teóricas. A ação conjunta de uma ONG internacional e do governo brasileiro segue o modelo consagrado em países desenvolvidos. Na Inglaterra, por exemplo, a Universidade de Bristol age em parceria com frigoríficos britânicos, para desenvolver técnicas de abate humanitário, dando cursos e treinamentos de capacitação, inclusive no quesito transporte, o que é obrigatório em toda a União Européia. Lá, ao contrário do que ocorre no Brasil, os condutores precisam passar por um programa sobre o bem-estar animal antes de sair pelas estradas transportando carga viva.
Por aqui, a idéia é ensinar, por exemplo, a carregar animais de fazendas e granjas para os frigoríficos de modo que eles não sofram tanto durante o trajeto. O embarque e o desembarque devem ser feitos de uma forma mais tranqüila, que atenda às boas práticas de manejo.
Matadouros e abatedouros do Estado de São Paulo são obrigados, desde 1995, a utilizar métodos científicos e modernos que impeçam o abate cruel de animais. Mas nem todos seguem a lei. O índice de carne clandestina varia de 20%, nas regiões mais abastadas, a 60%, nas mais pobres do país. Nesses casos, o abate é feito ainda de forma primitiva, cruel e violenta. "O transporte é muito precário. Os animais sofrem durante o trajeto: bois são pisoteados, frangos acumulam fraturas e machucados. No abate, suínos são esfaqueados com punhaladas no coração e jogados em tanques para escaldadura, muitas vezes ainda vivos", critica Sônia Fonseca, presidente do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.
Uma das líderes do movimento para que o abate humanitário se tornasse lei em São Paulo, Sônia é categórica: "É claro que não existe forma boa de matar, mas, no momento, o abate humanitário é uma maneira de diminuir um mal que não podemos evitar".
Bem-estar X abolição
É aí que, com o perdão do trocadilho, a porca torce o rabo. Na opinião de alguns defensores dos animais, pouco importa colocar música clássica para os bois ouvirem ou colorir as granjas com tampinhas de garrafa para as galinhas "brincarem" se o destino é um só: a morte.
O abate humanitário não é visto com bons olhos por todos os ativistas. Dentro das organizações de defesa animal, existem duas correntes: a do bem-estarismo e a do abolicionismo. A primeira prega melhores condições de criação e abate, como é o caso da WSPA, parceira do governo nesse projeto. A segunda clama pelo fim da exploração animal.
Nesta última, enquadra-se a entidade do nutricionista George Guimarães, 34, presidente do Veddas (Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos dos Animais e Sociedade). Para ele, qualquer ação que vise a melhorar o bem-estar animal tem interesses comerciais e perpetua a exploração, porque cria na população a falsa impressão de que eles têm uma vida digna. "Os animais não têm interesse em serem explorados. Dentro desse cenário, essa ação é contraproducente."
Nina Rosa, 64, presidente do instituto que leva seu nome, segue o mesmo raciocínio de George. Segundo ela, de humanitário, esse abate não tem nada. "Ele prejudica o trabalho de sensibilização das pessoas", acha ela. "É uma anestesia de consciência." O instituto lançou um documentário chamado "A Carne é Fraca", sobre o consumo da carne e suas conseqüências. Feito em quatro idiomas --português, francês, inglês e espanhol--, o vídeo, que está sendo distribuído para 400 organizações em todo o mundo, conta a "trajetória de um bife", desde o nascimento de bezerros e frangos até o abatedouro. Contém cenas chocantes.
A criação intensiva de animais para consumo humano, na avaliação da ativista paulistana, é a maior causa do aquecimento global. "Fazem queimadas para dar lugar ao pasto e para plantar grãos para alimentar bois -isso sem contar o assoreamento dos rios. E não podemos esquecer que a floresta amazônica está sendo devastada para virar pasto."
Como precisa de grandes pastagens, o gado normalmente é criado longe da área de consumo, o que implica emissão de carbono para o transporte da carne e, em muitos casos, desmatamento da região. Este é considerado o primeiro fator de deslocamento da fronteira agrícola, com efeitos diretos sobre a floresta amazônica.
O "grito" das entidades encontra eco em órgãos oficiais. Estudos da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) mostram que a criação de animais para consumo humano é realmente uma das maiores causas de problemas ambientais, incluindo aí o aquecimento global, a degradação da terra, a poluição da água e do ar e a perda da biodiversidade. Há até uma pesquisa que revela que ela seria responsável por 18% do efeito estufa, com a participação direta da produção de ração para animais, à base de grãos.
Na Europa e nos EUA, não faltam iniciativas anticarne ancoradas na problemática ambiental. O ex-beatle Paul McCartney, vegetariano veterano, lançou em junho na Inglaterra o "Meat Free Mondays" (segundas-feiras livres de carne), com a intenção de encorajar os carnívoros a consumir comida vegetariana ao menos uma vez por semana, citando o comunicado da ONU como uma boa medida para cortar a carne do cardápio.
Uma das organizações mais ativas (e polêmicas) do mundo é a norte-americana Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, da sigla em inglês).
Só para ter uma idéia de uma de suas controvérsias, a entidade chegou a comparar os matadouros a campos de extermínio nazistas. Dona de uma ousada campanha a favor do vegetarianismo, a Peta decidiu, no mês passado, centrar fogo em carnívoros famosos na sua mais recente empreitada contra a morte dos animais.
Sônia, do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, rejeita essa divisão entre as ONGs. "No fundo, todos somos abolicionistas. Não tenho pretensão de impedir que as pessoas comam carne. Se isso não é possível no momento, por ora, vamos minimizar o sofrimento dos animais", defende.
O problema é que uma questão permanece aberta: o brasileiro não dispõe de ferramentas para identificar, na hora da compra, se o produto obedeceu às normas de bem-estar animal durante a criação e o abate, como é comum na Europa e em parte dos EUA.
Fonte: Folha Online
Foto: SXC.HU
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Luisa Mell é garota-propaganda de programa antifumo
Apresentadora estampa van que ajudará fumante a largar o vício
ADOLFO NOMELINI
Em São Paulo
Fora do ar desde o final de julho, quando foi despedida da Rede TV!, Luisa Mell já pode ser vista novamente, mas desta vez pelas ruas de São Paulo.A apresentadora é a garota-propaganda do novo programa antifumo implantado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, lançado na última quinta-feira (28).
Uma foto de Luisa estampa a van do programa "Viva sem cigarro", que irá circular pelas ruas de São Paulo para apoiar os fumantes a largarem o vício. O veículo passará por praças, parques, saídas de estações do metrô e canteiros de grandes avenidas.
A idéia é estender este projeto para outras cidades da Grande São Paulo, litoral e interior a partir do próximo ano.
Nesta sexta-feira (29) é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Fumo.
(...)
Quanto aos planos profissionais, ela disse que ainda não tem pressa de voltar à televisão. "Estou analisando as propostas para fazer certo, com calma. Eu quero fazer o que é melhor, não quero errar, nem me precipitar", afirmou Luisa, que já tem convite de outras emissoras.
"Quero continuar trabalhando da maneira que eu sempre trabalhei", comentou sobre o cunho social de sua antiga atração que cuidava dos animais.
Fonte: Famosidades / MSN Entretenimento
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Especialista em conservação de água defende vegetarianismo
Associated Press
ESTOCOLMO - O ganhador do Prêmio Estocolmo da Água criticou o crescente uso de biocombustíveis e pediu que as pessoas comam menos carne, para ajudar a reduzir a água usada na produção de comida.
O pesquisador britânico John Anthony Allan disse que o efeito do uso crescente de biocombustíveis é "assustador demais para pensar".
Allan, de 71 anos, recebeu o prêmio da água de 2008 por ter criado o conceito de "água virtual", que mede a quantia de água usada em produção industrial e de alimentos. Ele disse que consumir carne prejudica o meio ambiente.
"Pessoas que não são vegetarianas consomem cinco metros cúbicos (cinco mil litros) de água ao dia; o banho que você toma é uma poça minúscula comparada com isso. É a água que entra na comida que é o grande problema", disse ele. "Seja racional e coma menos carne".
Ele falou à reportagem da Associated Press nos bastidores da Semana Mundial da Água, uma conferência da qual participam 2.500 cientistas, políticos e representantes de 140 países. Allan receberá o prêmio de US$ 150 mil numa cerimônia na quinta-feira.
Relatório divulgado nesta segunda-feira, 18, diz que as populações no mundo em desenvolvimento correm riscos cada vez maiores por causa do uso de água de esgoto em irrigação.
Fonte: Estadão
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Teste: Sua alimentação é equilibrada?
A nutricionista Ana Luiza Galvão montou um teste para ver se a sua alimentação é equilibrada."
Fiz esse teste no site da Revista Gloss! A minha resposta foi:
"Continue assim. Você se preocupa com a alimentação e procura ter hábitos saudáveis. Continue assim e aproveite esse teste e as observações para melhorar ainda mais seus hábitos e sua qualidade de vida."
Clique aqui para fazer o teste.
Fonte: Revista Gloss
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Notícias
Entre sonhos e livros
Lançamento do livro do jornalista Flávio Rezende. Na matéria, diz que ele luta em defesa dos animais, faz campanhas contra pássaros em cativeiro e defende o vegetarianismo.
Acho legal quando citam isso nas matérias, mesmo que uma linha.
Fonte: Tribuna do Norte. Clique aqui para ler a matéria na íntegra.
Manual para viver mais e melhor
"(...) Para quem se preocupa com o bem-estar físico e mental, fica difícil escolher como proceder entre tantas dicas e receitas. Por isso, o médico Paulo Eiró Gonsalves reuniu informações sobre alimentos, substâncias naturais, terapias e práticas físicas que auxiliam a medicina alopática a garantir melhor qualidade de vida no livro O Que É Bom Saber (...).
(...) Em atividades físicas, o autor destaca os benefícios das práticas tão aclamadas da ioga e do pilates, e cita ainda hidroginástica, natação, musculação e aeróbica. Sem esquecer dos hábitos alimentares, ressalta a importância da mastigação, esclarece a prática do jejum e os benefícios do vegetarianismo. (...)"
Fonte: Yahoo Brasil Notícias. Clique aqui para ler a matéria na íntegra.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Homem que é homem não come carne
Clique na imagem abaixo para ampliar.

Fonte: Instituto Nina Rosa
quinta-feira, 19 de junho de 2008
"Em 2050, seremos todos vegetarianos"
Comer menos carne é o único meio de alimentar 10 bilhões de humanos, diz o autor de "O Fim da Comida".Leia no site da Revista Época, a entrevista com Paul Roberts, jornalista especializado em economia, tecnologia e meio ambiente. Achei meio estranho, pois não encontrei a afirmação do título no decorrer da entrevista... Deve estar no livro dele, talvez.
Ele já lançou dois livros, o primeiro, The End of Oil (O fim do petróleo) e agora The end of food (O fim da comida).
Trecho:
ÉPOCA – A Terra pode alimentar 2,5 bilhões de bocas com uma dieta ocidental, rica em carne, ou 20 bilhões de vegetarianos. Mas somos 6,6 bilhões...
Roberts – A pecuária e a avicultura consomem grande parte da produção de grãos. Tome o exemplo dos Estados Unidos, com um consumo anual per capita de 100 quilos de carne, comparado ao da Índia, com 15 quilos. É preciso elevar o consumo da Índia e desencorajar o consumo nos Estados Unidos e na Europa, para tentar atingir uma média global de consumo mais justa e sustentável.
ÉPOCA – No Brasil, é a mesma coisa.
Roberts – O Brasil está se desenvolvendo, e a lógica pressupõe que num país bem-sucedido come-se tanta carne quanto se deseja. Para inverter essa lógica, é preciso um líder corajoso e habilidoso. Essa não é uma prioridade dos candidatos à Presidência dos Estados Unidos. Cedo ou tarde, essa discussão terá de ser atacada.
Na íntegra: Clique aqui.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
AGORA É LEI: Carrocinhas de São Paulo estão proibidas de Matar Animais
Com muita alegria, recebemos a notícia de que o Governador do Estado de São Paulo, José Serra, sancionou Lei que PROÍBE a matança de animais sadios em todo o estado.
A partir de agora, nenhum município paulista poderá executar cães e gatos recolhidos das ruas com o pretexto de controle populacional.
Pedimos sua colaboração para que envie um e-mail de Parabéns ao Governador José Serra, por seu discernimento na aprovação dessa Lei e, principalmente, pelo exemplo de Valorização da Vida.
O e-mail do governador é: governador@sp.gov.br
A PEA esteve no gabinete do Deputado Feliciano Filho para cumprimentá-lo.
Nessa visita, tivemos a grata surpresa de encontrar os amigos Luiz Scalea, que todos conhecem do programa Late Show e dos eventos da PEA, e o advogado Dr. Werner Grau Neto, uma das maiores autoridades em direito ambiental do Brasil.
Ao lado (clique no link), um vídeo com a mensagem do Deputado Feliciano e depoimentos dos amigos Luiz e Dr. Werner
A doação dos animais é a única solução, por isso, precisamos do esforço de todos para ajudar nas feiras de doação e para divulgar o site http://www.queroumbicho.com.br
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Paul McCartney quer mundo vegetariano
Paul McCartney quer que as pessoas deixem de comer carne como medida de proteção ao meio ambiente. O músico concedeu uma entrevista ao grupo de proteção aos direitos dos animais Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, conhecido por realizar manifestações em desfiles de moda que usam roupas de pele), publicada pela agência Reuters.O ex-Beatle é vegetariano e critica a falta de divulgação do estilo alimentar por parte de grupos ambientalistas. Para McCartney, a quantidade de terra e água usada na pecuária torna o comércio da carne um fator crucial nas mudanças climáticas do planeta.
McCartney não poupa palavras de incentivo ao vegetarianismo. "A maior mudança que qualquer pessoa pode fazer em seu próprio estilo de vida é tornar-se vegetariana. Exorto a todos que dêem esse passo simples para ajudar o meio ambiente e salvá-lo para as crianças do futuro", disse ao Peta.
Uma pesquisa da FAO, divisão da ONU que cuida de assuntos ligados à agricultura e alimentação, aponta que a criação de gado é a principal responsável pelo aumento do efeito estufa, por conta da emissão de gases provocada pelos rebanhos e do desmatamento de florestas para abertura de pastos.
Fonte: Site da Revista Rolling Stone Brasil
Foto: Max Vadukul
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Quem são os responsáveis por estas mortes?
"Mesmo uma pessoa sensível, quando exposta a estas cenas durante cinco dias por semana, oito horas por dia, acaba se insensibilizando. Esta é a realidade do funcionário de um matadouro. Se estes são homens truculentos e rudes, é porque seu meio de vida os tornou assim. Certamente se estas pessoas conservassem sua sensibilidade, não seriam qualificados para seu trabalho.
Mas seu trabalho somente existe porque alguém os paga para fazê-lo. Então o funcionário do matadouro não deve ser visto como o único culpado pela morte destes animais. O proprietário do abatedouro tampouco, porque ele apenas mantém seu estabelecimento, já que alguém compra seus produtos. Os açougues e supermercados a mesma coisa. Apenas quem pode impedir que estas mortes continuem ocorrendo é o consumidor.
O consumidor sim, aquele que se sente desconfortável em visitar um matadouro, que prefere não saber a verdade, se poupar de vislumbrar estas cenas, que prefere esquecer que os pedaços de carne em peças eram um animal poucos dias antes. Este sim é o verdadeiro responsável.
Estamos prontos para nos indignar com a matança de bebês foca no Canadá, com a caça de raposas para fazer casaco de pele ou com o consumo de carne de cachorro na China. Estamos prontos para levantar bandeiras em defesa das baleias, da Amazônia ou doar algum dinheiro para o Greenpeace. E todas estas coisas de fato são importantes, mas estão muito distantes de nossa realidade. É fácil não ter um casaco de pele de raposa ou de foca, é fácil não ser culpado da morte destes animais e é mais fácil ainda condenarmos a pessoa que faz uso destes objetos.
Mas a morte de uma vaca, um suíno, um frango, ou seja lá qual for o animal, não deveria receber consideração diferente apenas porque sua utilização é tradicional segundo nosso ponto de vista. Qualquer pessoa que participe de seu ciclo de exploração é culpado pela morte de um animal, seja ele nativo, exótico, abundante ou esteja em vias de extinção. O fato de percebermos a criação e morte de animais em matadouros como um fato banal apenas agrava esta situação. Estes animais não viveram existências condizentes com os hábitos de sua espécie e em determinado dia foram abatidos no campo. Eles levaram vidas indescritivelmente sofridas e tiveram um fim doloroso. E se isto não está errado, nada no mundo está.
Não me tornei vegetariano por haver presenciado as cenas que descrevi acima. Eu já o era há mais de 20 anos. Haver visitado alguns matadouros e abatedouros de aves apenas serviu para fortalecer minha sensação de que eu estava no caminho certo. Saber que não faço parte disto, de certa forma, me confortava. Também me dava a certeza de que eu deveria dizer às pessoas o que vi, e da importância de se conscientizarem a respeito desses fatos."
Fonte: Site Anima
terça-feira, 13 de maio de 2008
Natalie Portman lança coleção de sapatos vegan
A atriz Natalie Portman lançou, em parceria com a marca Té Casan, uma linha de sapatos vegan, que não possuem produtos de origem animal em sua fabricação."Como vegan, tem sido um desafio encontrar sapatos de designers feitos com materiais alternativos. Esta coleção oferece ótimas opções sem comprometer qualidade ou estilo", afirmou a atriz em depoimento publicado no site da grife.
Vegan é tida como a modalidade mais radical entre vegetarianos. Além de não consumir carnes ou derivados de leite, os vegans evitam comprar produtos que tenham qualquer matéria-prima de origem animal ou que tenham sido testados em animais, como cosméticos.
Natalie acompanhou a produção dos sapatos, dando palpites no design e qualidade das peças. A coleção inclui sandalinhas rasteiras, sapatilhas, sapatos com e sem salto, em tons neutros, roxos, vermelhos e dourados.
Os preços variam entre US$ 185 e US$ 395, e cada modelo tem edição limitada de 100 peças por número.
Os lucros obtidos com a venda dos sapatos serão revertidos a organizações voltadas para a preservação do meio-ambiente e direitos dos animais.
Na foto: A atriz Natalie Portman em foto da campanha de sua coleção de sapatos vegan em parceria com Té Casa
VEJA ALGUNS MODELOS DA LINHA DE SAPATOS DA ATRIZ
Fonte: UOL - Estilo - Moda
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Dia das Mães
E não se esqueça: o dia das mães é neste domingo, 11 de maio!
Ainda sobre o tema, achei muito bacana o anúncio da Sociedade Vegetariana Brasileira na Revista dos Vegetarianos do mês de maio. Veja abaixo (clique na imagem para ampliar) uma parte do anúncio (são duas páginas, mas só consegui essa imagem):
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Sacrifício de égua exibe lado cruel do turfe
Por William C. Rhoden
The New York Times
Tradução: Paulo Migliacci ME
Fonte: Portal Terra
Por que continuamos a permitir que as corridas de cavalo escapem sem críticas? Será a tradição? Os milhões e milhões em apostas? Por que não existe mais pressão para aplicar ao chamado esporte dos reis as regras que definem crueldade contra os animais em outros âmbitos?
O esporte é no mínimo tão desumano quanto as corridas entre galgos, e está a poucos passos de distância dos combates entre animais. Será que é pelo fato de que as corridas de cavalo são parte da tradição norte-americana? Ou por a tríplice coroa do hipismo ser um espetáculo televisivo nacional? Ou será por que as mortes nas pistas de corrida são raramente vistas pela audiência convencional de televisão?
O sentimento que cerca o esporte foi resumido pelo Dr. Larry Bramlage, no sábado, quando, perguntado sobre corridas que misturam éguas e cavalos, ele disse que "uma morte não representa uma epidemia".
A audiência de todo o país foi exposta aos momentos agridoces causados pela magnífica vitória de Big Brown e, momentos mais tarde, a chocante notícia de que Eight Belles havia sido sacrificada. Enquanto assistíamos à celebração do proprietário de Big Brown pela vitória no derby, ouvíamos Bramlage descrever os detalhes da horrível morte de Eight Belles. A égua completou a corrida heroicamente, conquistando a segunda posição. Ela estava na curva que leva à reta oposta quando seus dois tornozelos dianteiros entraram em colapso.
Bramlage descreveu a imagem repulsiva do acontecido: uma fratura condilar que rompeu a pele e foi contaminada.
"Ela não tinha como se apoiar nas patas dianteiras e não havia como imobilizá-la ou colocá-la na ambulância, de modo que decidimos sacrificá-la de imediato", disse Bramlage. E foi isso.
Depois da corrida, Larry James, treinador de Eight Belles, mal conseguia conter as lágrimas ao responder perguntas sobre a morte do animal. Mas, apesar de sua dor, ele respeitou instintivamente a linha que o setor defende quanto às corridas. Desconsiderou a idéia - e as críticas veladas - de que a pista de terra pode ter contribuído para a morte da égua. Também se recusou a admitir que as corridas de cavalo são um esporte extremamente perigoso, dizendo que lesões como essas podem acontecer em qualquer esporte.
No mundo do turfe, a morte de Eight Belles representa uma baixa trágica mais gloriosa. O setor prefere a negação: as corridas causam sérios danos aos cavalos, mas nós propiciamos ao esporte o disfarce dos chapéus elegantes, dos coquetéis e das orquestras de cordas.
Por que nos colocamos a enquadrar o turfe no mundo dos maus tratos aos animais? Em que momento nós ao menos proporemos a questão quanto à eficácia de cavalos de corrida pesando mais de 400kg correndo em alta velocidade sustentados por patas tão frágeis? Qual é a diferença entre o turfe e as touradas?
Eight Belles foi mais uma vítima de um esporte brutal que é literalmente carregado nas costas dos cavalos. Os turfistas gostam de falar de seus puros sangues, e ressaltar que eles nasceram para correr e vivem para correr. Mas a verdade é que eles são obrigados a correr, forçados a correr em busca de lucros que jamais os beneficiam.
No sábado foi a vez de Eight Belles, em Louisville. Dois anos atrás, foi Barbaro, em Baltimore, depois de pisar em falso no grande prêmio Preakness. E quem sabe quantos cavalos morrem anonimamente? O que deveríamos escrever é que Eight Belles foi simplesmente mais uma vítima de um esporte brutal.
E até mesmo uma morte já seria demais. O milagre do esporte dos reis é que não aconteçam muitas outras. No entanto, quantas serão necessárias para que façamos alguma coisa?
Antes da corrida do sábado, caminhei até o estábulo no qual Michael Matz estava preparando Visionaire para o grande prêmio. Matz era o treinador de Barbaro, o supercavalo que venceu o Kentucky Derby de 2006, aqui, e duas semanas mais tarde pisou em falso, sofreu uma fratura, e terminou sacrificado no ano seguinte. Na sexta-feira, um dos cavalos de Matz, Chelokee, sofreu uma fratura condilar em sua pata dianteira direita no Alysheba Stakes, uma prova importante disputada no hipódromo de Churchill Downs.
As informações iniciais indicavam que a lesão era semelhante à que Barbaro havia sofrido, uma fratura no tornozelo. As informações não procediam, mas imagino o que pode ter passado pelos pensamentos de Matz.
"Corri para lá para ver como ele estava", conta Matz, que diz não ter pensado em Barbaro, mas apenas em Chelokee e na situação atual. Depois, ele pediu licença. "Preciso preparar meu cavalo para a prova de hoje", disse.
John Stephens começou a treinar Barbaro e Visionaire quando os dois eram potros de pouco mais de um ano. Ele estava em Baltimore no dia em que Barbaro sofreu sua lesão. A experiência pela qual passou, diz, ajudou no mínimo a alterar, se não mudou completamente, suas perspectivas quanto às corridas de cavalos.
"Quero que meu cavalo vença - não vou mentir a respeito", disse. "Mas não a qualquer custo. Não quero que cavalo algum saia lesionado. Quero que todo mundo tenha uma viagem positiva, e quero que todo mundo volte bem para casa".
As palavras dele ecoavam em minha memória quando saí do estábulo, e continuaram a ecoar enquanto ao contemplava Eight Belles caída na pista. O turfe é um esporte brutal. Por que continuamos a ignorar esse fato?
terça-feira, 29 de abril de 2008
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