quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Programas sobre vegetarianismo e adoção de animais
O Globo Repórter vai exibir amanhã, 30/01, um programa sobre casos felizes de adoção de cães na Bahia. Uma ótima propaganda para as campanhas de adoção no Brasil e mais um golpe contra a vil indústria de criação de animais.
Fonte: Lobo Repórter
O Programa SBT Realidade que vai ao ar toda segunda às 23:30, entrevista a VEGAN STAFF.org
O programa tem cerca de uma hora e é dirigido e apresentado pela jornalista Ana Paula Padrão. Na edição do dia 09 de evereiro, será exibido uma matéria sobre Integência e Emoção nos Animais, onde, segundo a produtora do programa, que procurou a VEGAN STAFF.org para falar sobre Ética no uso dos Animais para pesquisa, irá tratar do tema em questão. Ainda no programa, segundo a produtora, outros temas serão tratados e outros grupos também foram procurados.
Fonte: Vista-se
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Brazil Nut
Já faz um tempo que não posto aqui sobre outros blogs/sites vegs.O Brazil Nut é um blog vegano que descobri por acaso, fuçando aí na net. A Andréa é uma brasileira que vive em Nova York, e posta receitas, dicas de lugares, alimentos, o que rola lá em NY, enfim. Um blog muito bacana! Ah, e aliás, o último post da torta de lentilha vermelha e alho-poró, hmmm.
Acesse: http://brazilnut-nyc.blogspot.com/
"Os animais existem por suas próprias razões. Eles não foram feitos para humanos, assim como negros não foram feitos para brancos ou mulheres para os homens."
Alice Walker (frase que está na home do blog)
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Novos amores

Não tem coisa mais gratificante do que você sentir a felicidade de um animalzinho bem cuidado! E a sensação de fazer o bem a eles é inexplicável. Lembro quando peguei minha primeira gatinha da rua... hoje ela é uma gatona linda, saudável e super amorosa com a gente. Com os outros dois foi a mesma coisa. E quando eles ronronam, se aconchegam perto de você ou ficam passando pra lá e pra cá entre as suas canelas você sente que fez a coisa certa.
É muito amor :)
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Suporte Vegetariano
O e-mail é suportevegetariano@gmail.com
Se você tem dúvidas, principalmente sobre nutrição, escreva para ele.
Quem responde
Eduardo Fraccarolli Buriola
Graduando em Nutrição
Conselheiro Nacional da Sociedade Vegetariana Brasileira - SVB
Filiado a Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição - SBAN
Filiado ao Slow Food Brasil
Fonte: Vista-se
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Novos produtos veggies
Tofuburguer Tomate & Milho da Samurai TofuNo site não tem a foto desse sabor exatamente, mas vem num pacotinho com dois hambúrgueres. Uma DELÍCIA! Adorei, muito fácil de fazer, não grudou na frigideira (sem óleo/azeite) nem desmanchou e tem um sabor suave e diferente, muito bom mesmo. Das novidades de hoje essa é a que ganhou o primeiro lugar da lista =] Só o preço que é meio salgadinho!
http://www.samuraitofu.com.br
Veggie Burger do A ChapaVem no pão integral e é um "monstrinho" de tamanho hehe. Você escolhe se quer queijo ou outros ingredientes. Achei bem bacana, principalmente a iniciativa da lanchonete em oferecer essa opção para os vegetarianos. O gosto é bem diferente. O hambúrguer desmancha um pouquinho, mas nada que atrapalhe muito.
http://www.achapa.com.br
Lasanha de Soja da Sadia
Boa... não deve nada para a "original".
http://www.sadia.com.br/br/produtos/produtos_resulfamilia_37635.asp?produto_id=37635
Cordon Verde Vegetal da Perdigão
O tal recheio de creme de champignon... de duas uma: ou vem pouco... ou o sabor é super ultra mega sutil. Um amigo meu adorou!
http://www.perdigao.com.br/
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Vegetarianos da Música
http://mtv.uol.com.br/toptop/top-top-vegetarianos-da-m%C3%BAsica
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Churrasco Vegetariano?
Produzidos a partir da massa de tofu com tempero especial, os espetos são uma solução prática, nutritiva e democrática para ser incluída num churrasco na brasa neste verão. O produto já vem pronto para ser colocado na churrasqueira e promete agradar tanto os adeptos de dietas vegetarianas, quanto os consumidores em busca de uma alimentação saudável – possui o selo Vegano da Ecocert/SVB.
Dedicada à produção de especialidades a base de soja orgânica, a Tofutura vem difundindo com sucesso o consumo do tofu, um alimento milenar e de origem oriental, com lançamentos que se inserem aos hábitos culinários mais tradicionais do consumidor brasileiro. Exemplo disso são as linhas de patês e burguers de tofu, cujos sabores e propriedades combinam com lanches, saladas, entradas e diversos tipos de pratos quentes.
Neste contexto, os espetos inovam ainda mais ao trazer o tofu para dentro da churrasqueira, adicionando uma opção saudável, saborosa e surpreendente ao cardápio. Cada embalagem traz quatro espetos de bambu esterilizados com pedaços de tofu desidratados, prontos para assar, grelhar ou refogar na frigideira - para evitar o ressecamento excessivo do produto, a Tofutura recomenda passar um pouco de óleo vegetal nos espetos ao colocá-los para assar.
Também conhecido como “queijo de soja”, o tofu é um alimento singular, altamente protéico e nutritivo, funcionando como uma importante fonte de ácidos graxos polinsaturados, aminoácidos, minerais - cálcio, fósforo e ferro - e vitaminas (B, D, E, F, K). Seus benefícios incluem ainda a composição 100% vegetal, livre de gorduras saturadas, e é indicado para a redução do colesterol, pois contém esteróis com atividade antioxidante.
Espetos de Tofu para Churrasco, fabricados pela Tofutura, conteúdo: 180 gramas (quatro espetos), validade: 70 dias a partir da data da embalagem, pelo preço sugerido de R$ 9,00.
A linha de produtos Samurai Tofu da Tofutura é comercializada nas regiões sul e sudeste, e pode ser encontrada em lojas especializadas e nos supermercados da rede Pão de Açúcar, Santa Luzia, Mercadorama e Angeloni. || http://www.samuraitofu.com.br
Fonte: Portal Fator Brasil
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Ah os anônimos...
Engraçado como pessoas que defendem a mesma causa ficam por aí, "em sua vasta ignorância", cutucando quem deveria ser visto como seu colega.
Lembro do meu professor de história: "se são todos cristãos, porque se matam?".
Coisas do ser humano...
Acho que as pessoas se esquecem de que vegetarianos também perdem a paciência. Eu não vou ficar por aí me matando pra tentar colocar na cabeça de uma pessoa que NÃO TEM O MÍNIMO INTERESSE EM SABER SOBRE VEGETARIANISMO que isso é bom e blablabla. Principalmente, a partir do momento em que ela me desrespeitou primeiro. Eu falo pra quem quer saber. Agora quem fica me enchendo o saco e fazendo piadinha sobre o vegetarianismo, so sorry, não tenho paciência MESMO.
sábado, 22 de novembro de 2008
DESTRUIÇÃO DA AMAZÔNIA NA PRATELEIRA DO SUPERMERCADO
12/11/2008
Andrea Vialli
Há um pouco de destruição da floresta amazônica em cada prateleira do supermercado. E nós, consumidores, ainda dispomos de poucos meios para saber o quanto estamos contribuindo para a devastação do nosso bioma mais importante.
A carne, soja e madeira que consumimos por aqui estão na raiz do desmatamento da Amazônia. O que já era dito por ambientalistas que há tempos atuam na região foi comprovado com um estudo divulgado esta semana, durante o seminário "Conexões Sustentáveis: São Paulo - Amazônia". O levantamento é fruto de um extenso trabalho de reportagem das ONGs Repórter Brasil e Papel Social Comunicação.
A equipe acompanhou essas cadeias produtivas, para mostrar que a destruição da floresta favorece empresas intermediárias, que compram de produtores em situação irregular, e depois fabricam ou processam mercadorias consumidas pelos moradores de São Paulo e de outros grandes centros consumidores do País.
"Na ponta da cadeia produtiva, diversos atores se beneficiam. Madeireiras, frigoríficos e agroindústrias estão diretamente ligadas ao problema, pois compram de fornecedores que estão na linha de frente do desmatamento. Posteriormente, distribuem produtos industrializados para uma ampla rede de compradores", diz um trecho do documento, disponível para download no site do Movimento Nossa São Paulo.
Pecados da carne
O caso da carne é emblemático. O Brasil hoje tem o maior rebanho bovino do mundo - o número de cabeças, estimado em 250 milhões, supera até a população brasileira. Sim, tem mais boi que gente.
Entre 2003 e 2006 o rebanho bovino cresceu 10 milhões, sendo que 96% desse crescimento ocorreu na Amazônia Legal. Nesta região, os abatedouros que portavam o Serviço de Inspeção Federal (SIF) no ano de 2004 eram 27. Já em 2007 o número saltou para 87 . O grande incentivo é o preço da terra: cada hectare custa R$ 250, segundo informações do Greenpeace.
Uma pechicha: é só botar a mata abaixo e colocar gado lá. Tem quem compre. Nós.
Nunca é demais lembrar que a ocupação da área amazônica foi fartamente estimulada pelo governo na década de 1970, com subsídios para a pecuária e derrubada da floresta para fins agrícolas. Levas de migrantes do sul e sudeste do País foram incentivados a ir para o norte para "desbravar" a região. Mesmo hoje o governo dá pistas de que ainda não assimilou bem o conceito do desenvolvimento sustentável para a Amazônia.
Ainda sobre a carne, não é de hoje que vem sendo dados alertas de que o aumento no seu consumo é um forte ingrediente para o aquecimento global. O próprio Rajendra Pachauri, Nobel da Paz e presidente do Painel da ONU para as Mudanças Climáticas (IPCC) recomendou que, para o bem do planeta, as pessoas comam menos carne. Isso porque, para se produzir um quilo de proteína animal, são necessários vários outros de proteína vegetal - soja, milho. E haja terra para plantar grãos para alimentar gado para alimentar humanos... Nessa toada, não há floresta que resista. E vale lembrar que a Amazônia regula o clima e o regime de chuvas de todo o País...
Fonte: http://www.portaldomeioambiente.org.br/noticias/2008/novembro/12/3.aspterça-feira, 18 de novembro de 2008
Cães e catadores de papel mostram companheirismo nas ruas de SP
THAÍS FONSECADa Redação
Foto: Fernando Cavalcanti/UOL
Rodeada de papéis velhos e tábuas, Bolinha dorme tranquilamente sob o Viaduto do Glicério, reduto de trabalho de catadores de papel no centro de São Paulo. A filhote, uma vira-lata de poucos meses de vida, é um dos cães que circulam no local, em meio aos sacos de lixo que chegam e que são separados manualmente para reciclagem.
À vontade no cenário, o cães são mais que observadores do trabalho já que costumam, em muitos casos, acompanhar os catadores de lixo nas "andanças" pela cidade. Além de guardar a carroça, acabam desenvolvendo uma relação profunda de amizade com o catador e, não raro, são mencionados como membros da família, como no caso de Bolinha. "Minha vida sou eu e meus cãezinhos", diz José Antônio Horácio, o dono, que cria mais cinco."Comigo, somos em sete cães", brinca.
Leia a matéria na íntegra e veja mais fotos aqui.
Fonte: UOL Bichos
terça-feira, 11 de novembro de 2008
FEIRA EXTRA DE CAES E GATOS SP 15/11
FEIRA DE CÃES E GATOS MESTIÇOS
FILHOTES E ADULTOS
VENHA ADOTAR O SEU!
DIA 15/11/08, das 11h00 às 17h00
No Pet Shop TANCREDOS DOG'S
Av. Pres. Tancredo Neves nº 580 / Ipiranga -SP
Realizada neste mesmo endereço desde maio/2004.
Só adotará mediante CIC, RG e comprovante de residência. Levar xerox da documentação exigida.
Deve ser maior de 21 anos e assinar termo de responsabilidade.
O adotante deverá doar 2kg de ração para alimentação de animais de rua.
Todos os animais adotados na feira sairão com uma consulta gratuita.
NÃO COBRAMOS TAXA DE ADOÇÃO.
NOS ADOTE CONSCIENTE, SOMOS ANIMAIS CARENTES!
Contatos: sava@sava.org.br
SAVA SOLIDARIEDADE A VIDA ANIMAL
http://www.sava.org.br
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
No casamento...
No casamento...
- Primeira leva de salgados: bolinho de carne seca e bolinho de bacalhau.
Namorado da colega da faculdade: Nossa, mas você não come nada, nem peixe? [Essa é clássica!!!!!]
Eu: Não.
Namorado da colega da faculdade: Ah, nada que seja vivo!
Eu: IIIIIsso.
- Segunda leva de salgados...
Moça: casquinha de siri.
Eu: Ah...
A colega: Nossa você vai passar fome!!!!
[Meus "balões" de pensamentos impronunciáveis começam a subir, entrelaçando-se uns nos outros.]
- Terceira leva de salgados: coxinha, BOLINHAS DE QUEIJO e um BOLINHO DE AZEITONA [esse só consegui pegar um, infelizmente, tava uma delícia].
Namorado da colega da faculdade: Mas porque você parou?
Eu: Resumindo a história, eu vi como as coisas são feitas e não achei certo.
Namorado da colega da faculdade: Ah, mas eu também vi quando era pequeno, via minha avó matar, ajudava a depenar e tudo mais.
Eu: Ok. [Eu realmente não sei o que as pessoas esperam que você responda nessas horas. "Eu não sou igual a você" acho que seria uma boa, né?]
- Entrada: salpicão. De frango.
A colega: Nossa, mas você sofre né.
[Mais "balões" de pensamentos impronunciáveis fizeram um congestionamento sobre nossas cabeças.]
Não adianta responder. Tentar argumentar. Falar sobre os benefícios. Em algumas pssoas você percebe uma brecha para poder falar algo. Pra outras é simplesmente inútil.
No final, acabei não comendo a massa, que não tinha carne, porque o garçom me boicotou e eu devia estar dançando. Mas a sobremesa... bolo de maracujá com sorvete de creme, essa foi demais! ;)
Namorado da colega da faculdade: Uma vez num churrasco tinha um cara vegetariano, aí a gente ficou lá enchendo ele, fazendo umas brincadeiras, mas depois paramos.
Eu: Pois é, as pessoas gostam muito de encher o saco, fazer brincadeiras chatas e tal.
Que coisa, não?
A gente sempre passa por essas, né? Mas acontece, mais uma pro meu caderninho de histórias. O importante foi que minha amiga casou, linda e feliz da vida! E a festa foi ótima! :)
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
A história do Dudu

Esse é o Dudu.
E veja bem, eu nem peguei a foto mais chocante. Nessa daí ele já havia sido resgatado, deram alimento e água para ele. Mas é visível a magreza, a sarna e a tristeza desse cãozinho.
Segue um pedaço do e-mail: "As pessoas incluindo crianças passavam longe dele enojadas".
Por incrível que pareça, tem gente que sente nojo. Como foi mencionado num e-mail, só um pãozinho já ajudava. Como alguém pode ver uma situação de desnutrição dessas, esse absurdo, e não conseguir estender a mão? É uma situação extrema! Acho que extrema é a palavra que melhor define esse caso.
Mas graças a Deus, uma pessoa de bom coração, a Denise, passou por lá e resgatou o querido Dudu. Foram muitos e-mails, acredito que diversas pessoas foram tocadas por essa história.
Melhor do que qualquer explicação sobre o que aconteceu depois disso, são essas fotos:


Meus olhos se encheram de lágrimas quando eu vi essa foto. Eu achei impressionante a vontade dessas pessoas que se prontificaram a fazer algo pelo Dudu e a vontade que esse cachorrinho teve de continuar vivendo.
E o Dudu vai ficar ainda mais bonito, mais saudável e mais feliz. Tudo porque uma pessoa não quis passar batido.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Seminário Direito dos Animais em debate: as faces da intolerância
Auditório da Faculdade de História - FFLCH/USP
Cidade Universitária – São Paulo
Entrada franca, sem necessidade de inscrição prévia
Certificado de participação aos interessados
Mais informações: (11) 3091-2441 – lei@usp.br
PROGRAMAÇÃO
Quinta-feira, 06/11:
- 10h00 às 12h00 - Mesa Redonda "Aspectos históricos da intolerância com os animais"
Zilda Marcia Grícoli Iokoi (professora livre docente história/USP e diretora LEI)
Rodrigo Medina Zagni (graduado em historia e doutorando no PROLAM/USP)
Juliana Prado da Silva (graduanda em história/USP)
- Intervalo para almoço.
- 14h00 às 15h45 - Mesa Redonda "Pode o direito eliminar a intolerância?"
Paulo Santos de Almeida (graduado em direito e professor doutor EACH/USP)
Vânia Rall Daró (graduada em direito/USP, tradutora pública e intérprete comercial)
Artur Matuck (graduado em comunicação e professor livre docente ECA/USP)
- 15h45 às 16h00 - coffee break
- 16h00 às 18h00 - Mesa Redonda "Somos todos primatas"
César Ades (graduado em psicologia, professor titular IP/USP)
Heron José de Santana Gordilho (promotor de justiça/BA e professor adjunto UFBA)
Sexta-feira, 07/11:
- 10h00 às 12h00 - Mesa Redonda "Uma visão da cultura sobre os animais"
Renato da Silva Queiroz (graduado em ciências sociais, professor livre docente antropologia/USP)
Valéria Barbosa de Magalhães (graduada em ciências sociais e professora doutora EACH/USP)
Laerte Fernando Levai (promotor de justiça/Ministério Público do Estado deSão Paulo)
- Intervalo para almoço
- 14h00 às 15h45 - Mesa Redonda "Ética na ciência"
Sara Albieri (graduada em filosofia e professora doutora história/USP)
Luiz César Marques Filho (graduado em história e professor doutor do IFCH/UNICAMP)
Nádia Farage (graduada em ciências sociais e professora doutora do IFCH/UNICAMP)
- 15h45 às 16h00 - coffee break
- 16h00 às 18h00 - Mesa Redonda "Considerações filosóficas sobre o uso de animais"
João Epifânio Regis Lima (doutor em filosofia/USP. Professor titular Universidade Metodista de São Paulo)
Irvênia Luiza de Santis Prada (veterinária e professora titular da FMVZ/USP)
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Restaurante Apfel
Acho que acabei não contando sobre minha ida ao Restaurante Apfel, no centro de SP. Pior que agora já faz tempo e não vou lembrar de todas as delícias de lá! Ou seja, já está na hora de voltar hehe.Mas então. Fui no Apfel do Centro de SP, que fica num prédio antigo que é uma graça. Lá dentro estava tudo tão calmo, muito tranqüilo e eu adoro isso. Nos acostumamos a comer em ambientes super agitados, em frente ao computador ou a televisão e nos esquecemos de como é bom saborear uma refeição devagar, num ambiente agradável, com bastante calma.
O Restaurante oeferece um amplo leque de pratos quentes, frios, sobremesas e frutas. É, frutas! Como foi gostoso descarcar uma mexerica depois do meu almoço! Me senti em casa! E as sobremesas, sem comentários: deliciosas!
Vale a pena!
Apfel Centro
Rua Dom José de Barros, 99, esquina com a Barão de Itapetininga
Apfel Jardins
Rua Bela Cintra, 1343
Visite o site: http://www.apfel.com.br
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Richard Gere
Fonte: Sítio Veg
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Proteção Animal
Sem tempo nem pra passar no blog/site do pessoal que visitou o Veggie News e deixou recados, mas semana que vem, que estará mais tranqüila, vou colocar isso em dia!
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Flickr Vista-se

terça-feira, 2 de setembro de 2008
Abate humanitário é ampliado no Brasil e divide opiniões
da Revista da Folha
Galinha, boi e porco nascem predestinados a servir à humanidade. A carne de todos eles vai à mesa. A pele de um vira casaco e sapato, os ossos, botão e gelatina. A discussão é como conseguir manejá-los de uma maneira que amenize o sofrimento. Oferecer uma morte menos dolorosa é o propósito do chamado abate humanitário, às vésperas de passar por uma revisão inédita no Brasil.Pela primeira vez, uma parceria entre uma ONG internacional, a WSPA (sigla em inglês para Sociedade Mundial de Proteção Animal), com sede em Londres, e o Ministério da Agricultura prevê uma campanha do Programa Nacional de Abate Humanitário, que terá início em 2009.
Como diz a veterinária Charlí Ludtke, 30, da WSPA, coordenadora do programa, carne é uma responsabilidade de todos. "De quem produz, de quem abate e até de quem a consome."
Cinco profissionais, entre zootecnistas e veterinários, começam a ser treinados em outubro para percorrer 700 frigoríficos de Santa Catarina, do Paraná, do Rio Grande do Sul e de São Paulo nesta primeira etapa do projeto.
As normas do abate humanitário de suínos, aves e bovinos vão ser transmitidas por meio de DVDs, apostilas e aulas práticas e teóricas. A ação conjunta de uma ONG internacional e do governo brasileiro segue o modelo consagrado em países desenvolvidos. Na Inglaterra, por exemplo, a Universidade de Bristol age em parceria com frigoríficos britânicos, para desenvolver técnicas de abate humanitário, dando cursos e treinamentos de capacitação, inclusive no quesito transporte, o que é obrigatório em toda a União Européia. Lá, ao contrário do que ocorre no Brasil, os condutores precisam passar por um programa sobre o bem-estar animal antes de sair pelas estradas transportando carga viva.
Por aqui, a idéia é ensinar, por exemplo, a carregar animais de fazendas e granjas para os frigoríficos de modo que eles não sofram tanto durante o trajeto. O embarque e o desembarque devem ser feitos de uma forma mais tranqüila, que atenda às boas práticas de manejo.
Matadouros e abatedouros do Estado de São Paulo são obrigados, desde 1995, a utilizar métodos científicos e modernos que impeçam o abate cruel de animais. Mas nem todos seguem a lei. O índice de carne clandestina varia de 20%, nas regiões mais abastadas, a 60%, nas mais pobres do país. Nesses casos, o abate é feito ainda de forma primitiva, cruel e violenta. "O transporte é muito precário. Os animais sofrem durante o trajeto: bois são pisoteados, frangos acumulam fraturas e machucados. No abate, suínos são esfaqueados com punhaladas no coração e jogados em tanques para escaldadura, muitas vezes ainda vivos", critica Sônia Fonseca, presidente do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.
Uma das líderes do movimento para que o abate humanitário se tornasse lei em São Paulo, Sônia é categórica: "É claro que não existe forma boa de matar, mas, no momento, o abate humanitário é uma maneira de diminuir um mal que não podemos evitar".
Bem-estar X abolição
É aí que, com o perdão do trocadilho, a porca torce o rabo. Na opinião de alguns defensores dos animais, pouco importa colocar música clássica para os bois ouvirem ou colorir as granjas com tampinhas de garrafa para as galinhas "brincarem" se o destino é um só: a morte.
O abate humanitário não é visto com bons olhos por todos os ativistas. Dentro das organizações de defesa animal, existem duas correntes: a do bem-estarismo e a do abolicionismo. A primeira prega melhores condições de criação e abate, como é o caso da WSPA, parceira do governo nesse projeto. A segunda clama pelo fim da exploração animal.
Nesta última, enquadra-se a entidade do nutricionista George Guimarães, 34, presidente do Veddas (Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos dos Animais e Sociedade). Para ele, qualquer ação que vise a melhorar o bem-estar animal tem interesses comerciais e perpetua a exploração, porque cria na população a falsa impressão de que eles têm uma vida digna. "Os animais não têm interesse em serem explorados. Dentro desse cenário, essa ação é contraproducente."
Nina Rosa, 64, presidente do instituto que leva seu nome, segue o mesmo raciocínio de George. Segundo ela, de humanitário, esse abate não tem nada. "Ele prejudica o trabalho de sensibilização das pessoas", acha ela. "É uma anestesia de consciência." O instituto lançou um documentário chamado "A Carne é Fraca", sobre o consumo da carne e suas conseqüências. Feito em quatro idiomas --português, francês, inglês e espanhol--, o vídeo, que está sendo distribuído para 400 organizações em todo o mundo, conta a "trajetória de um bife", desde o nascimento de bezerros e frangos até o abatedouro. Contém cenas chocantes.
A criação intensiva de animais para consumo humano, na avaliação da ativista paulistana, é a maior causa do aquecimento global. "Fazem queimadas para dar lugar ao pasto e para plantar grãos para alimentar bois -isso sem contar o assoreamento dos rios. E não podemos esquecer que a floresta amazônica está sendo devastada para virar pasto."
Como precisa de grandes pastagens, o gado normalmente é criado longe da área de consumo, o que implica emissão de carbono para o transporte da carne e, em muitos casos, desmatamento da região. Este é considerado o primeiro fator de deslocamento da fronteira agrícola, com efeitos diretos sobre a floresta amazônica.
O "grito" das entidades encontra eco em órgãos oficiais. Estudos da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) mostram que a criação de animais para consumo humano é realmente uma das maiores causas de problemas ambientais, incluindo aí o aquecimento global, a degradação da terra, a poluição da água e do ar e a perda da biodiversidade. Há até uma pesquisa que revela que ela seria responsável por 18% do efeito estufa, com a participação direta da produção de ração para animais, à base de grãos.
Na Europa e nos EUA, não faltam iniciativas anticarne ancoradas na problemática ambiental. O ex-beatle Paul McCartney, vegetariano veterano, lançou em junho na Inglaterra o "Meat Free Mondays" (segundas-feiras livres de carne), com a intenção de encorajar os carnívoros a consumir comida vegetariana ao menos uma vez por semana, citando o comunicado da ONU como uma boa medida para cortar a carne do cardápio.
Uma das organizações mais ativas (e polêmicas) do mundo é a norte-americana Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, da sigla em inglês).
Só para ter uma idéia de uma de suas controvérsias, a entidade chegou a comparar os matadouros a campos de extermínio nazistas. Dona de uma ousada campanha a favor do vegetarianismo, a Peta decidiu, no mês passado, centrar fogo em carnívoros famosos na sua mais recente empreitada contra a morte dos animais.
Sônia, do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, rejeita essa divisão entre as ONGs. "No fundo, todos somos abolicionistas. Não tenho pretensão de impedir que as pessoas comam carne. Se isso não é possível no momento, por ora, vamos minimizar o sofrimento dos animais", defende.
O problema é que uma questão permanece aberta: o brasileiro não dispõe de ferramentas para identificar, na hora da compra, se o produto obedeceu às normas de bem-estar animal durante a criação e o abate, como é comum na Europa e em parte dos EUA.
Fonte: Folha Online
Foto: SXC.HU
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Feijoada Vegan neste fim de semana

FEIJOADA VEGAN - acompanhada de salada, farofa, suco e sobremesa
CENTRO CULTURAL VRINDA
RUA JORGE TIBIRIÇÁ, Nº 175 - VILA MARIANA
PRÓXIMO AO METRÔ SANTA CRUZ, ATRÁS DO COLÉGIO
ARQUIDIOCESANO.
TEL: 5908-1361
30/08/2008 - 14 horas
R$ 10,00 antecipado / R$ 12,00 na porta
APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS etc...
Mais informações: http://veganismo-brasil.blogspot.com

